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Gorgônias são octocorais - corais moles - que quase sempre têm formato arborescente. Existem, no entanto, algumas espécies sem formação de galhos. São divididas em dois grupos, determinados pela natureza de sua estrutura central de suporte. Nas Scleraxonia, esse suporte é chamado de axis, enquanto nas Holaxonia, de corpo central. A estrutura é produto da cenenquima produzida pela colônia, e não pelos pólipos. Scleraxonia possuem axis formado de material duro chamado gorgonina e usualmente de esclerites de formato em fuso. Holaxonia possuem corpo central formado pelo córtex, que cerca uma parte central de gorgonina encapsulada; não há esclerites. A cenenquina contém as cavidades gástricas dos pólipos, a solênia, os canais axiais e os esclerites.
Nota: Artigo de Ricardo Miozzo publicado com autorização
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L.A.P
Potencial do Leito de Areia Profundo
Por: Anthony Calfo
Traduzido por: Pedro Nuno Ferreira – www.reefforum.net
Durante muitos anos temos visto o uso de substratos em aquários marinhos tornar-se e deixar de o ser popular. O assunto percorreu toda a escala desde fundo sem substrato passando por leito superficial para areia profunda e de novo para fundo sem substrato outra vez. Mas mesmo com a aceitação de verdadeiros leitos de areia profundos na América de meados de 1990, os LAP não conheceram uso regular até que os refúgios tenham sido estabelecidos alguns anos mais tarde. As razões são óbvias, talvez: os refúgios são “modelos” mais pequenos, mais acessíveis e menos arriscados de substratos profundos que o aficionado médio pode tentar com maior confiança. Mas mesmo com medos à parte, a adição de um leito de areia profundo a um sistema completo (versus um pequeno refúgio) é um investimento em trabalho e dinheiro. Não é de admirar que os Leitos de Areia Profundos levaram algum tempo a ser aceites.
Á medida que a popularidade dos LAP cresceu, o número de críticos também cresceu. Lamentavelmente muitos dos francamente detractores argumentavam em teoria se sequer experimentarem um LAP! E a maioria dos restantes críticos pareciam culpar injustamente os falhanços com os seus aquários nas suas muito limitadas experiências com os LAP. A causa mais provável das suas falhas, seriam devidas à típica sobrecarga biológica, fraco fluxo de água, e negligenciar a qualidade da água.
A realidade das aplicações de LAP com sucesso é contudo surpreendentemente simples, embora rígida/exigente. Para se ter ideia, posso-vos dizer que a minha experiência com substratos vivos não insignificante. Eu utilizei 48000 libras (mais de 20000Kg!) de areia fina para a operação da estufa da minha quinta de cultura de corais e instalei leitos de areia profundos similares em mais de 100 aquários privados ao longo de dez anos. Neste artigo partilharei convosco um estudo pratico do potencial – e das limitações – de uma aplicação de um leito de areia profundo.
Nota: Artigo de Antony Calfo
Traduzido por Pedro Nuno Ferreira, publicado com autorização
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Celso_Suguimoto enviou "Pseudanthias squamipinnis
(Peters 1855)
Apresentação Por Júlio Macieira – www.reefforum.net
Pseudanthias squamipinnis (Peters 1855)
Classificação cientifica
Reino Animalia -- Animal
Filo Chordata -- cordados
Subfilo Vertebrata -- vertebrados
Superclasse Osteichthyes -- peixes ósseos
Classe Actinopterygii -- peixes com barbanatas de raios
Subclasse Neopterygii -- neopterigios
Infraclasse Teleosteos
Superordem Acanthopterigios
Ordem Perciformes -- peixes tipo perca
Subordem Percoidei
Família Serranidae -- Garoupas Méros
Subfamília Anthiinae
Género Pseudanthias Bleeker, 1871
Espécie Pseudanthias squamipinnis (Peters, 1855)
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Nota: Artigo de Anthony Calfo, traduzido por Pedro Nuno Ferreira publicado com autorização
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| Diversidade nos corais é maior do que se pensava |
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rafael_franco enviou "Pesquisadores americanos descobriram 23 tipos de microalgas nos recifes do Mar do Caribe
Os corais são animais, mas dependem de vegetais – as chamadas microalgas simbióticas – para sobreviver. Essas microalgas, pensavam os cientistas, pertenciam a apenas uma espécie, enquanto os corais somam mais de 700. Estudos genéticos recentes, no entanto, revelaram que elas são de 23 tipos, divididos em quatro grupos. “É uma diversidade fantástica”, diz a bióloga Nancy Knowlton, da Universidade da Califórnia (EUA), que conferiu palestra sobre o tema ontem, no Parthenon Flat Hotel, em Boa Viagem.
A pesquisadora explica que as microalgas simbióticas, também determinadas de zooxantelas, são indispensáveis para a saúde dos corais. “Elas fornecem produtos fitossintéticos importantes para o crescimento dos corais”, explica. Também são as zooxantelas que causam o branqueamento dos corais, um fenômeno relacionado ao aumento da temperatura do mar. O problema é tão grave que, em 1998, matou 20% dos corais do Oceano Índico.
“E, quando não mata os corais, provoca alterações na diversidade das zooxantelas”, explica a pesquisadora. Ela comprovou isso em 1995, ao coletar amostras de corais antes e depois de uma ocorrência de branqueamento. “Fizemos coleta em fevereiro. Em agosto, depois de um branqueamento, voltamos para estudar os mesmos locais”, lembra.
Os primeiros resultados sobre a diversidade das microalgas simbióticas, conta Nancy, começaram a ser divulgados há dez anos. No começo foram encontradas 22 zooxantelas, dividas em três grupos. Recentemente, a pesquisadora contribuiu para aumentar esse número, conseguido por outro cientista americano. “Descobri na região próxima à costa uma microalga fotossintética mais resistente a alterações ambientais.”
A bióloga realiza seus estudos no Caribe, mas colabora com o Laboratório de Ambientes Recifais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Para ela, tão importante quanto a descrição das espécies de microalgas simbióticas foi a descoberta de que elas pertencem a quatro grupos. “É como se uma fosse uma vaca e outra, um rato”, compara.
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| Requisitos básicos para um bom aquário marinho |
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Você já deve ter lido ou ouvido que qualidade de água é realmente do que se trata em matéria de manutenção de peixes. Em minha opinião, no entanto, qualidade de água não é o detalhe mais crítico de um aquário de sucesso.
Outras propriedades físicas do meio do aquário - a escolha dos habitantes do tanque e o alimento fornecido - podem produzir "sintomas" comumente atribuídos a qualidade da água. Isso não significa que qualidade de água não é importante. Ela certamente é. Meu ponto é que aquaristas sempre se concentram em fatores quantitativos (números), e esquecem que a causa básica de um problema pode ser qualitativa - não tendo nada a ver com as coisas que se testam.
Por exemplo, um organismo que precisa de luz para produzir alimento via fotossíntese vai lentamente definhar se colocado em um aquário que possui iluminação inadequada, mesmo que a qualidade da água testada seja perfeita. Dessa mesma maneira, um peixe ou coral que é bicado ou ferido constantemente por seus companheiros de aquário pode não "vingar" , independentemente de ótima qualidade da água. Além do mais, aquaristas que não quarentenam seus peixes antes de colocá-los no aquário estão mais sujeitos a perderem peixes por doenças, não importando quão boa seja sua água.
A despeito desses assuntos críticos, quando um aquarista imagina porquê ele ou ela não consegue manter um organismo em particular, a primeira assunção é tipicamente pobre qualidade de água. Após fazer uma bateria de testes que não detectam problemas de qualidade de água, outras possibilidades, como o espécime ser de baixa qualidade (mal manuseado, coletado com cianeto, etc) ou que uma misteriosa "toxina" esteja agindo, são consideradas. Apenas após várias outras tentativas e falhas, o desafortunado aquarista decide que sua atividade de lazer não serve para ele ou ela, e outro aquário completo aparece nos anúncios de classificados.
Você deve estar imaginando porquê eu estou saindo tanto do assunto logo no início do artigo, que deveria tratar de qualidade de água. A razão é simplesmente eu querer que o leitor entenda que aquários não são máquinas para serem reguladas da mesma maneira com que julgamos, vamos dizer, quando o tanque de gasolina do automóvel está cheio ou vazio, precisando de mais combustível..
Esses sistemas marinhos aquáticos fechados são ambientes complexos, compostos de coisas vivas que morrem a despeito de água perfeita, ou "vingam" quando ela está longe de perfeita. De qualquer maneira, é importante manter os parâmetros do ambiente dentro de certos limites, e com isso dito eu posso começar a falar a respeito de qualidade de água.
Nota: Artigo de Ricardo Miozzo publicado com autorização
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