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IPAq, Instituto de Pesquisas em Aquicultura e Aquariologia -  aquários de reef e marinho

IPAq, Instituto de Pesquisas em Aquicultura e Aquariologia - aquários de reef e marinho: Técnicas e manutenção

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Técnicas de Manejo: Energia em aquários
Técnicas e manutenção

Um aquário é mais do que uma caixa de água para manter organismos. Nós mudamos nosso ponto de compreensão até o ponto em que podemos ver a importância do relacionamento paradoxal entre simplicidade e complexidade que existe em nossos aquários. Qualquer tipo de vida possui um equlíbrio em qualquer evento, seja macro ou microscópico. Observamos esse equilíbrio como sendo o caminho para conduzir os meios necessários e suficientes para sustentar as criaturas que pretendemos manter.


Nota: Artigo de Ricardo Miozzo publicado com autorização

Postado por Gustavo_Duarte em Sábado, Janeiro 30 @ 07:10:35 BRST (510 vizualizações)

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Técnicas de Manejo: Síndrome do aquário velho
Técnicas e manutenção

No último livro de Julian Sprung e Charles Delbeek há uma parte relativamente longa que fala sobre um fenômeno verificado em aquários a que se atribuiu a denominação que dá título a este artigo.

Procurarei comentar a respeito, sem qualquer tipo de crítica negativa ao que foi colocado no livro, mas baseado em minhas observações pessoais em diversos aquários.

Bem, em primeiro lugar, noto uma relação muito curiosa entre essa "síndrome" com o que foi colocado em livros, notícias na internet e seus fóruns ao redor do mundo todo há cerca de 10 / 12 anos atrás, sobre uma igualmente misteriosa "síndrome do aquário novo". Naquela época, havia muito mais experimentação na forma de montar aquários, pois o mundo aquarístico saía de um longo período em que se montava aquários com uma enorme quantidade de equipamentos considerados absolutamente necessários para a boa manutenção de seus habitantes, vertendo para a visão mais natural que se iniciou com o procedimento de usar sobre o substrato de fundo do tanque muito mais material do que antes, e de tipo especial (aragonita fina, grossa, areias diversas, grãos de Halimeda spp., apenas par citar alguns exemplos).


Nota: Artigo de Ricardo Miozzo publicado com autorizacao

Postado por Gustavo_Duarte em Terça, Agosto 25 @ 22:06:27 BRT (803 vizualizações)

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Refugio
Técnicas e manutenção

Introdução

A necessidade de alguns animais do aquário por certo tipo de dieta fez com que alguns aquaristas procurassem uma forma eficaz de prover com menor esforço os tipos de alimento necessários. Até essa época, alimentar peixes como o Mandarim (Sinchyropus splendidus), por exemplo, era algo entre difícil e muito difícil, chegando mesmo a ser considerado impossível. com o advento da utilização de rocha viva, percebeu-se que era possível manter por mais tempo animais até então considerados "impossíveis", mas infelizmente, de uma hora para outra, o alimento escasseava e o animal perecia de fome. Tornou-se necessário prover o aquário de uma fonte constante de alimento, e aí surgiu a idéia do "refúgio", local em que os organismos necessários à dieta de diversos tipos de habitantes do aquário pudessem reproduzir antes de completamente eliminados. O conceito de refúgio para aquários consiste, portanto, de um tanque ou recipiente conectado ao aquário, de maneira que vida micro e macroscópica se desenvolvam e não estejam imediatamente disponíveis fisicamente para os animais do aquário. Apenas uma parte desses organismos ficaria disponíveis, à medida em que fosse passados para o aquário principal via uma bomba de recalque ou outro artefato qualquer, que servisse para manter a água do refúgio em contato com a do tanque principal. A maneira de construir o refúgio, suas dimensões, taxa de recalque para o aquário e sua localização em relação ao tanque principal afetam o resultado final, tornando-o mais ou menos eficiente.


Nota: Artigo de Ricardo Miozzo publicado com autorização

Postado por Gustavo_Duarte em Segunda, Junho 29 @ 18:44:11 BRT (1230 vizualizações)

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Técnicas de Manejo: O Sistema de Jaubert
Técnicas e manutenção

Alex_Correa enviou "Muitos aquaristas comentam sobre o Sistema de Jaubert e o mantimento de substrato de fundo “vivo”, muitos até têm, mas poucos são os que realmente compreendem tais combinações e o porquê delas existirem. Venho através deste artigo então, trazer algumas das principais relações básicas entre esses tópicos e melhor apresentar o tão falado Sistema de Jaubert de maneira bem simples.

"

Postado por Gustavo_Duarte em Quarta, Junho 03 @ 00:00:00 BRT (929 vizualizações)

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Técnicas de Manejo: Rochas vivas brasileiras no aquarismo e mais...
Técnicas e manutenção

Alex_Correa enviou "Rochas vivas demoram anos e anos para serem formadas e são constituídas em sua maioria de esqueletos de corais, hidrocorais e algas coralinas, dentre outras matérias originárias de diferentes tipos de organismos como protozoários com carapaça, hidrozoários coralinos, octocorais, esponjas e moluscos. No Brasil os recifes são basicamente formados por hidrocorais e algas, sendo que o papel dos corais duros nessa formação é normalmente em menor atividade. A formação dessas rochas nos recifes de corais são dependentes da quantidade de organismos calcificantes e de rapidez de crescimento desses organismos, variando assim de recife para recife. Locais onde existem organismos de crescimento acelerado irão produzir mais rochas vivas do que outros que apresentam crescimento retardado. Essa produção é responsável e diretamente ligada ao crescimento do recife. Corais duros brasileiros são notáveis pelo seu crescimento lento, ao contrário dos hidrocorais, que quando prevalecem tornam a formação dos recifes mais ativa. A qualidade da rocha é normalmente determinada pela quantidade de vida presente, porosidade e peso. Rochas vivas com bastante vida irão propiciar um sistema mais rico em todos os sentidos e com óbvias chances de melhor desenvolvimento pelas propriedades filtrantes e de fonte de energia, como alimento. As rochas de maior porosidade possibilitarão maior abrigo principalmente à bactérias aeróbias e anaeróbias para a filtragem do sistema e conseqüentemente necessitará de menos rochas para que esses objetivos sejam alcançados. Uma vez que as rochas são mais leves, apresentarão maior segurança em termos de possibilidades de acidentes (vidro do aquário) e facilitará no transporte, apesar do preço normalmente ser compensado no comércio."
Postado por Gustavo_Duarte em Quarta, Maio 27 @ 00:00:00 BRT (479 vizualizações)

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